Infeliz a garota que ao menos se olha no espelho, aquela que não tem opinião própria, que se sente só. E em algum dia decide sair de sua casa a procura do novo, andou várias vielas até se cansar e se sentar na calçada, com seu vestido rodado e o cabelo preso a fita de laço branco na cabeça, jovem era ela, pensando em sua vida como se passasse mihões e milhões de anos, quanto mais pensava mais se
passasse mihões e milhões de anos, quanto mais pensava mais sentia necessidade de pensar.Foi quando caminhou de volta a sua casa, viu que já era tarde.
Chegou-a em casa e se olhou no espelho depois de anos sem ao menos se quer passar em frente dele, quando sua mãe lhe viu quis dizer palavras a filha mais por mais que a vontade seja muita, decidiu não dizer.
Ela ainda se olhaando, imóvel lhe fez uma pergunta, como pude ficar sem você? E o silêncio tomou conta do lugar outro instante, olhou a foto sobre sua pentiadeira,quando percebeu que ela estava virada,com o lado limpo e branco da sua face, ela se sentia igual aquele verso de foto.
Levantou-se e andou lentamente até ao corredor que levava a sala, um corredor enorme com paredes brancas e que parecia ser infito, emfim chegou a sala e se deparou com seu piano, intócavel, sujo e velho,desde que ela o parou de tocar nunca mais o viu,
se aproximou do piano, limpou-o e sentou-se a cadeira branca com delathes de madeira a moda antiga, e começou a tocar.Por ali passou horas,
a noite toda…
passasse mihões e milhões de anos, quanto mais pensava mais sentia necessidade de pensar.Foi quando caminhou de volta a sua casa, viu que já era tarde.
Chegou-a em casa e se olhou no espelho depois de anos sem ao menos se quer passar em frente dele, quando sua mãe lhe viu quis dizer palavras a filha mais por mais que a vontade seja muita, decidiu não dizer.
Ela ainda se olhaando, imóvel lhe fez uma pergunta, como pude ficar sem você? E o silêncio tomou conta do lugar outro instante, olhou a foto sobre sua pentiadeira,quando percebeu que ela estava virada,com o lado limpo e branco da sua face, ela se sentia igual aquele verso de foto.
Levantou-se e andou lentamente até ao corredor que levava a sala, um corredor enorme com paredes brancas e que parecia ser infito, emfim chegou a sala e se deparou com seu piano, intócavel, sujo e velho,desde que ela o parou de tocar nunca mais o viu,
se aproximou do piano, limpou-o e sentou-se a cadeira branca com delathes de madeira a moda antiga, e começou a tocar.Por ali passou horas,
a noite toda…
Ana karolina
